Pensei que uma semana em casa seria o paraíso na terra. Imaginem: acordar na hora que o corpo quiser, ver televisão, ler qualquer coisa, jogar video-game… E o melhor: fazer tudo isso deitada/sentada na sua cama. Ai, que coisa boa!
Resolvi reler Mrs. Dalloway, da Virginia Woolf. Li pela primeira vez aos 17 anos e confesso que achei uma chatisse. Bom, dessa vez não foi muito diferente. Mas até que consegui hoje perceber algumas coisas que não tinha visto antes. Não pode ser de todo ruim, certo? Só não contribuiu muito para eu ficar menos entediada. No máximo, fiquei mais distraída.
Os textos continuam se acumulando, tanto os que quero escrever quanto os que tenho de ler pra UnB. Aquela de dormir até o corpo quiser também não valeu muito, porque hoje às 8h da madrugada me liga o professor de quem sou monitora querendo saber quem ia hoje buscar os controles de leitura. Ônus de ser a “monitora-chefe”, mas tudo bem.
Demorei pra conseguir voltar a dormir e quando consegui tive um sonho bizarro com o Ciro Gomes. Aham. O Ciro Gomes. Em um momento eu estava em Brasília, noutro estava em Sobral. E nós andávamos em um Chevette 74 branco, todo coberto por adesivos de campanha política, que não lembro se eram dele ou de outra pessoa.
Hmm. Tédio.